sábado, 18 de outubro de 2008

"A vida está cheia de desafios que, se aproveitados de forma criativa, transformam-se em oportunidades."




"É muito melhor arriscar coisas grandiosas,

alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se a derrota,

do que formar fila com os pobres de espírito que nem gozam muito nem sofrem muito, porque vivem nessa penumbra cinzenta que não conhece vitória nem derrota."
(Theodore Roosevelt)

O saber lidar com as situações adversas, como, por exemplo, uma doença, é reconhecido pela medicina como “metade da cura”. Iniciamos pelo exemplo da doença, mas, na vida, enfrentamos muitos outros tipos de casos complicados, muitos outros tipos de situações adversas: perdas, frustrações, prejuízos, humilhações, fracassos ocasionais etc., etc.A primeira regra para lidar com esses tipos de situações é saber que elas são passageiras e que, se deixarem marcas, estas podem ser suplantadas pela Lei da Emotização Dominante, da Emotologia. Uma boa pergunta a se fazer quando uma situação adversa surge é: qual será a importância deste acontecimento daqui a seis meses, daqui a um ano?A segunda regra é ter um objetivo logo após o acontecimento triste, frustrante, desastroso, trágico etc. Muitas vezes, podemos colher os cacos que sobraram de um acontecimento e montar com eles um objetivo. Um objetivo claramente definido contribui para a cura de muitos males e solução de muitos problemas.Muitos acontecimentos nos “marcam”, isto é, cientificamente falando, eles deixaram registros moleculares (marcas químicas) e estarão sempre à espreita para virem à tona, na lembrança, a qualquer momento. Esses acontecimentos tiveram enorme carga emocional, daí o registro químico, e jamais podem ser apagados, mas podem ser superados por outros acontecimentos em forma de quadros mentais emotizados, pois o cérebro não distingue entre o que é real e o que é vividamente imaginado.As adversidades podem ser superadas com estratégias de enfrentamento adequadas.

Profº Luiz Machado

Nenhum comentário: